Terça-feira, 14 de Julho de 2009

OVNI / UFO - As possibilidades.


Sinopse: Já pensou se discos voadores fossem reais? E se Hitler tivesse uma nave e tivesse atacado Nova Iorque? E se os americanos desenvolvessem um disco voador impossível de se detectar e a CIA utilizasse alienígenas invasores como disfarce para projectos militares ultra-secretos. Este documentário vai mostrar que isso é tudo verdade! Desde o momento em que um piloto norte-americano alegou ter visto “pratos voadores” sobre os céus de Washington, em 1947, o mundo inteiro ficou obcecado pelos Objetos Voadores Não Identificados (Óvnis). Apesar de um grande número de pessoas estar convencido de que estes objetos têm sua origem em outras galáxias e da preocupação dos governos em negar sua existência, já se sabe que um grupo de homens foi secretamente designado para projectar, construir e pilotar autênticos discos voadores. Este especial de uma hora de duração irá viajar com os telespectadores em busca destes fantásticos objectos que ainda existem pelo mundo. Os Verdadeiros Discos Voadores apresentará as histórias contadas pelos homens que projectaram e pilotaram esses supostos Óvnis da vida real.

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Formato: avi
Tamanho: 163mb
Audio: Português
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publicado por Admin às 19:22
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Construções alienigenas na Lua - Facto ou Mito?

Duas fotos de objectos estranhos de aspecto "fortemente artificial" tiradas antes da primeira alunagem em 1969.


Fonte: The National Press Club, Washington DC, EUA

> Dr. Ken Johnston, ex-gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar da NASA, durante os esforços de exploração lunar das Missões Apollo na década de 70, foi abruptamente demitido na última Quinta-Feira de manhã, dia 23 de Outubro de 2007, do programa da NASA Solar System Ambassador (SAA - Embaixador do Sistema Solar), no Jet Propulsion Laboratoty - JPL.

> A demissão foi uma resposta directa a um artigo publicado no New York Timeschamado "Dark Mission: The Secret History Of NASA" (Missão Obscura: A História Secreta da NASA), sobre como a NASA o ordenou, 40 anos atrás, a destruir imagens e dados importantes das Missões Apollo ao invés de guardá-los para o estudo académico e para apresentação ao público

> Johnston irá testemunhar em uma conferência da entidade "The Entreprise Mission" patrocinada pelo National Press Club (Clube de Impressa Nacional), na próxima terça-feira, dia 30 de outubro de 2007 (Sala Zenger, 9h00 da manhã), como ele desobedeceu estas ordens da NASA e, secretamente, preservou as imagenscríticas das Missões Apollo.

> Johnston irá exibir algumas das fotos "perdidas" que confirmam a existênciade 'ruínas artificiais antigas e tecnologia na Lua', descobertas pelos astronautas das Apollos, mas legalmente classificadas através da Lei do Espaço de 1958 pela NASA, por 40 anos.

> Johnston se unirá a Richard C. Hoagland, antigo consultor da NASA econselheiro científico do canal CBS News durante as Missões Apollo. Hoagland é co-autor do livro of Dark Mission: The Secret History Of NASA e está à frente daentidade "The Enterprise Mission". Hoagland irá apresentar uma análise das imagens preservadas por Johnston por 40 anos, comparando-as com versões modernas que estão aparentemente sendo exibidas nos websites oficiais da NASA.

> Ele também irá demonstrar e analisará uma das tecnologias secretas obtida pelas equipes da Apollo, relativa ao controle artificial da gravidade.


AS BASES NA LUA
E.M.W. Cooper ex agente da CIA fala que durante o começo da exploração espacial norte-americana, com suas poucas descidas na Lua, cada lançamento de foguete até a aterrissagem, era acompanhado por naves extraterrestres, e isso qualquer ufólogo sabe bem. A base lunar secreta “ Luna “ e que preexistia foi avistada e filmada pelos próprios astronautas da Missão Apolo. [dizemos nós: senão exactamente tal base, supostamente construída por alienígenas, americanos,e russos, algo na Lua já existia quando os americanos chegaram lá]

Nas fotos e filmes que os astronautas americanos fizeram, aparecem cúpulas, cones, altas estruturas circulares que parecem silos [dizemos nós: outra vez estas construções lembram as cidades misteriosas que aparecem e desaparecem no centro do Brasil, fundamentando a antiga Civilização de Akakor, que a milhares de anos atrás teria existido no Brasil] além de aparecerem imensas naves em forma de T .

Estas são usadas na mineração lunar e deixam rastros na superfície do satélite. Afora isto nas fotografias aparecem pequenas naves extraterrestres. Essa é [ou talvez seja ] pois uma base conjunta de alienígenas, americanos, e russos. O programa da Alternativa 3 é real e continua em andamento. Não é só ficção científica ou uma invenção de nossa cabeça.

A maioria dos astronautas da Nasa, por suas experiências no espaço, ficou severamente abalada. Suas vidas e subseqüentes estados mentais [que todos ficaram mentalmente insanos ou místicos] refletem a importância e a severidade do que constataram.

Foi-lhes ordenado que guardassem silêncio ou sofreriam penalidade extrema, a morte, ou hipocritamente foi chamada ‘a anulação oportuna’. Mesmo assim, um astronauta furou o bloqueio e falou a um produtor britânico de TV sobre o projecto Alternativa 3, confirmando como reais a muitas metas em pratica.”



publicado por Admin às 11:24
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Domingo, 17 de Maio de 2009

Os O.V.N.I. (UFO) em Portugal.

No Verão vêem-se mais OVNIs em Portugal.

É no litoral que costumam ocorrer mais avistamentos de OVNIs em Portugal, segundo o co-fundador da Sociedade Portuguesa de Ovnilogia. Este ano celebra-se o 62º aniversário de um avistamento nos Estados Unidos, caso que inaugurou a Ovnilogia moderna.

O avistamento de um Objecto Voador Não Identificado (OVNI) pelo piloto de uma empresa privada norte-americana Kenneth Arnold a 24 de Junho de 1947 e a alegada queda de um OVNI em Roswell, Estados Unidos, dez dias depois, a 4 de Julho, são duas datas cujo 60.º aniversário a ovnilogia está a celebrar este ano.

Em Portugal, o primeiro encontro de terceiro grau ocorreu «em Setembro de 1954 nos Açores e o mais recente, que data do Verão de 2002, teve lugar na Serra da Arrábida, embora aí tenha sido visto um humanóide sem que tenha sido detectado um OVNI por perto», segundo Filipe Gomes, co-fundador e membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Ovnilogia, criada formalmente em Fevereiro de 2005.

«Embora o pico de avistamentos seja geralmente em Setembro/Outubro, o Verão é também uma altura propícia, não só devido a condições atmosféricas como o céu limpo, como à presença de mais pessoas na rua até tarde, por ser um período de férias».

A densidade demográfica é outro dos aspectos que destaca: «Nas zonas litorais, incluindo o Algarve no Verão, ver um OVNI pode tornar-se mais comum pelo facto de que, havendo mais pessoas, aumenta estatisticamente a possibilidade de um avistamento».

Ver Ovnis em Portugal

No entanto, «os fenómenos OVNI estão bastante localizados em Portugal, com maior incidência junto à água, nas barragens e nas Serras da Gardunha, de Sintra, de Montejunto, da Estrela e de Monchique».

«Da Serra de Grândola até Sines, no Alentejo - sobretudo na zona das Minas de São Domingos e em Mértola - na Madeira e nos Açores também há relatos, sendo que os Açores são um caso interessante, dada a quantidade de ocorrências face ao número de habitantes», revelou.

E o que vê quem se depara com um OVNI? «Vê um objecto artificial inteligente de origem não humana ou de origem humana mas secreta, talvez militar, sendo comuns a forma de esfera, a forma oval e os discos, havendo ainda os triângulos negros com luzes nos vértices ou mesmo no meio».

Com vista a lançar luz sobre a temática OVNI, Nuno Montez da Silveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Ovnilogia, estará a 4 de Julho na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, para um debate sobre os 60 anos do Caso Roswell.

Um humanóide, com cabeça, braços e pernas é a descrição mais comum entre os portugueses que afirmam ter visto extraterrestres, explicou o investigador Joaquim Fernandes, do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência da Universidade Fernando Pessoa, no Porto.

Avistamento histórico

Um dos avistamentos de Objectos Voadores Não Identificados (OVNIs) que continua a fazer história teve lugar a 4 de Setembro de 1957 com um conjunto de militares da Força Aérea Portuguesa que voava sob o comandado do então capitão José Lemos Ferreira.

Cinquenta anos depois, o general retirado descreveu à agência Lusa o encontro de «cerca de 35 minutos» ocorrido «durante um voo de treino de navegação de quatros aviões F-84G entre a Ota e as cidades espanholas de Córdova e Cáceres».

«Estávamos por cima de Córdova, a uns nove mil metros de altitude, quando vimos, ligeiramente acima da linha do horizonte, algo diferente do habitual: não era uma estrela, um astro ou um cometa, era uma espécie de esfera amarelada», recordou acrescentando que ia mudando de forma.

Lemos Ferreira, que é também ex-Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas assinalou à Lusa que «naquela época os OVNIs não eram objecto de conversa na Força Aérea», pelo que nenhum dos elementos do grupo «imaginara que um encontro daqueles pudesse acontecer», tendo sido feito um relatório conjunto «que a Força Aérea deve ter remetido à NATO».

Sem querer avançar hipóteses concretas sobre o sucedido, o militar na reforma revelou que «no dia e à hora em que isto aconteceu, dois ou três oficiais que eram caçadores viram, na zona de Coruche, onde os aviões começaram a baixar, uma dança de luzes no céu».

Também um oficial que estava na Ota mas estudava em Coimbra contou a Lemos Ferreira que o Instituto Geofísico de Coimbra detectara, em simultâneo com o encontro, «variações significativas no campo magnético terrestre».

Apesar destas coincidências, o general considera que «estabelecer uma relação seria especular».
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Mutilação de Animais - Fenómeno O.V.N.I.

Em 19 de Setembro de 1967, no condado de Alamosa, Colorado (EUA), uma potra chamada Lady foi encontrada morta e com a cabeça descarnada. Ao realizar a autópsia, o Dr. John Altshuler ficou surpreso, ao ver que o cérebro, a espinha dorsal e alguns órgãos como o coração, foram retirados com assombrosa precisão. O mais surpreendente era que o sangue fora totalmente drenado, não manchando o corpo nem o solo ao seu redor.

Quando o Dr. Altshuler realizou testes nas amostras de tecidos no microscópio, ficou surpreso ao descobrir que "tinham uma coloração negra, como se a carne tivesse sido aberta e cauterizada (queimada com um calor intenso para abri-la) por um bisturi cauterizador cirúrgico... como se tivesse sido utilizado laser". Ainda que o raio laser tenha sido inventado no início dos anos sessenta, em 1967 ainda não existia tecnologia suficiente capaz de produzir estas incisões.

Outro mistério era a ausência de pegadas próximas ao corpo. As únicas pegadas encontradas foram as da potra, em um raio de aproximadamente 30 metros, do local onde foi encontrada. O "incidente Lady" foi o primeiro de uma série de mutilações de animais no Colorado, e posteriormente, no mesmo ano, na Pensilvânia. Surgiu uma onda de mutilações nos estados de Alabama, Iowa e Texas. O mistério das mutilações reiniciou-se no Colorado em princípios dos anos oitenta, e outro caso ocorreu no sul no início dos anos noventa. Enquanto isso aconteciam casos isolados semelhantes no Canadá, América Central, América do Sul, Austrália e algumas partes da Europa, incluindo a Grã-Bretanha.

A maioria dos casos possui características incrivelmente semelhantes:

01 – Quase todos os casos de mutilações ocorreram em gados bovinos, mas também existem casos de cavalos, ovelhas e animais domésticos.
02 – Não há sinais de luta. Incrivelmente, em solos recobertos de neve, não existem pegadas ao redor dos corpos, parecendo que os animais foram puxados do solo e em seguida jogados do ar.
03 – Com freqüência, os órgãos internos, olhos, orelhas, língua, intestinos, órgãos genitais e carne das mandíbulas foram retirados.
04 – Nos corpos são encontradas incisões profundas sem marcas de sangue e na maioria dos casos apresentam-se a completa ausência de sangue. Estas incisões foram feitas com precisão cirúrgica.

Análises recentes demonstraram que alguns cortes foram feitos por bisturi, enquanto que outros parecem ter sido feitos por um instrumento que "cozinhava" a carne, como o laser, porém sem deixar os restos carbonizados, característica do laser.

Desde o início, este fenômeno deixou perplexos os pesquisadores e legistas. Muitos fazendeiros e delegados experientes, que se dedicaram à investigação das mutilações de gado durante décadas, estão convencidos de que estes casos isolados não são obras de predadores selvagens como os coiotes, lobos e pumas.

Em alguns dos casos do Alabama investigados em 1993 pela produtora de documentários sobre OVNIs, Linda Moulton Howe, as veias dos animais mutilados estavam sem sangue, o que não teria acontecido se eles tivessem sido atacados por outros animais predadores. Além disso, que predador poderia ter retirado cirurgicamente os órgãos genitais de uma vaca?

Como as sucessivas investigações não conseguiram encontrar nenhuma causa natural, foram buscadas outras teorias. Uma delas é a de que alguma seita satânica raptava os animais para rituais, ainda que ninguém tenha conseguido explicar que tipo de seita utilizaria frotas de helicópteros e laser médico. De qualquer forma, as exaustivas operações secretas das autoridades norte-americanas não conseguiram estabelecer nenhum vínculo entre as atividades de ocultismos e estas mutilações.

Outra teoria surgiu das informações sobre misteriosos helicópteros pretos e silenciosos, que não possuíam nenhum número de identificação exigido pelos regulamentos federais, que foram avistados na região, antes e depois da descoberta dos animais mortos. Em diversas ocasiões foram vistos helicópteros rondando a região na qual, em seguida, eram encontrados os animais mutilados, fortalecendo a especulação de que o gado estava sendo utilizado – certamente por agências governamentais – como experiência para armas biológicas e químicas. O mistério complicou-se ainda mais com as informações de civis que fotografaram estes helicópteros e que declararam que foram ameaçados por homens vestidos de negro e sem insígnias.

Ao longo dos anos, as agências governamentais dos EUA negaram qualquer participação nestes estranhos incidentes. A Federal Aviation Authority foi ainda mais longe ao negar a existência destes misteriosos helicópteros.

Em relação às mutilações, a explicação oficial sempre tem sido a mesma: causas naturais. Em resposta à pressão pública, o FBI investigou o fenômeno em 1979. Os resultados foram registrados em um relatório de 297 páginas, divulgado ao público no ano seguinte, no qual dava-se razão aos que acreditavam que as mutilações eram obra de animais predadores. Outro argumento, respaldado pelas autópsias oficiais do governo, foi que a ausência de sangue devia-se ao longo tempo que os animais mortos estiveram abandonados e que a causa da morte poderia estar relacionada com parasitas.

Estas explicações revoltaram os fazendeiros e investigadores que reclamaram que a verdade estava sendo escondida. Não satisfeitos com a resposta do governo, os fazendeiros criaram grupos de vigilância e combinaram de atirar contra qualquer helicóptero que cruzasse suas propriedades em vôo rasante.
Ainda que o FBI resistisse em intervir, o ufólogo Timothy Good obteve um relatório secreto do FBI, de 1976, realizado pelo agente Gabriel Valdez. Depois de examinar uma vaca mutilada, o agente descobriu marcas de 40 centímetros de profundidade no solo, formando um triângulo e sugerindo que naquele local aterrissara uma "nave aérea", que havia pego a vaca e aterrissado novamente onde o animal morto foi encontrado. Debaixo das pegadas, foi encontrada uma substância oleosa, a grama estava chamuscada e os níveis de radiação estavam muito mais elevados que o normal.

Para alguns fazendeiros e investigadores locais, isto era a confirmação do que suspeitavam há muito tempo. Lou Girodo, chefe investigador das mutilações do distrito de Trindad, Colorado, havia dito: "estamos tratando com seres que não são deste planeta".

A morte de Lady, ocorrida em Setembro de 1967, coincidiu com uma pequena série de aparições de OVNIs e de informações de estranhas luzes em San Louis Valley, região em que foi encontrado o cadáver mutilado do animal. Cada onda de mutilações esteve acompanhada por aparições de OVNIs na região afetada. Isto levou vários ufólogos a especularem que existia uma conexão entre os helicópteros e as aparições de OVNIs. Por acaso, os OVNIs poderiam ter se "disfarçado" de helicópteros?

Outro dado curioso, ainda que talvez não tenha relação com os OVNIs, era a presença de uma tinta fluorescente, somente visível com luz ultravioleta, na pele de alguns animais que foram encontrados em Dulce, Novo México. Em outro caso, foi encontrada uma substância parecida ao betume na caixa torácica de uma vaca mutilada. As análises mostraram que a substância possuía uma composição semelhante à da tinta, porém os investigadores ainda se perguntam como esta foi parar na caixa torácica do animal.

Em seu documentário de 1989, "Alien Life Forms", Linda Moulton Howe entrevistava alguns fazendeiros que declararam ter visto seres extraterrestres que capturavam animais. Talvez o depoimento mais notável tenha sido o de Ron e Paula Watson, de Mount Vernon, Missouri (EUA). Os Watson disseram que, em Julho de 1993, enquanto estavam na varanda de sua casa, viram estranhas atividades no extremo mais longínquo de sua propriedade.

Com o auxílio de binóculos, primeiro viram uma vaca que jazia de lado no solo, parecendo estar paralisada. De pé, ao lado do animal, estavam dois seres pequenos de cabeças brancas e grandes usando vestimenta prateada, que deslizaram seus braços por baixo do corpo da vaca e pareciam "levanta-la". Quando se moveram, a vaca "flutuou" alguns metros acima do solo. Em seguida, "guiaram" o corpo até a rampa de um helicóptero com uma superfície que refletia a folhagem do entorno, se fazendo quase invisível. Depois, levantou e desapareceu no céu.

Se aceitarmos que os extraterrestres são os responsáveis pelas mutilações, a pergunta é: que razão teriam para fazê-lo? Muitos investigadores acreditam que estas mutilações estejam relacionadas com as abduções de seres humanos e que são realizadas por pequenos seres com mãos em forma de garras e grandes olhos muito separados, conhecidos como os "grays".

Linda Moulton Howe diz que recebeu informação de "fontes confidenciais" de que "um destes grupos de seres cinzas tem um problema de sobrevivência e que, pelo menos, uma das razões das mutilações de animais é a obtenção de fluídos. Suponho que trata-se da hemoglobina e do plasma sangüíneo para produzir algum tipo de ingrediente bioquímico essencial para estes seres". Contudo, admite que não parece plausível que espécies tão avançadas tecnologicamente, capazes de viajar anos-luz para visitar a Terra, necessitem do nosso gado para resolver seus problemas biológicos.

O facto é que quase 30 anos depois do início destas misteriosas mutilações, ainda não estamos próximos de descobrir a verdade por trás delas. Tudo que sabemos com certeza é que as mutilações seguem um certo padrão, o que poderia indicar um objectivo. Porém, seja qual for este objectivo, ainda é tema para hipóteses. Como acontece com a ufologia, o mistério não só continua sem solução, assim como cada dia torna-se mais estranho.

LINDA MOULTON HOWE

Uma das principais investigadoras dos casos de mutilação de animais, Linda Howe também é realizadora de documentários. Mestre em comunicação pela Universidade de Stanford, Connecticut, sua carreira centrou-se em documentários sobre temas científicos, médicos e ambientais, pelos quais recebeu prêmios locais, nacionais e internacionais, incluindo três prêmios Emmy.

Seu documentário Televisivo, "A Strange Harvest", realizado em 1980, foi o primeiro a explorar o fenómeno dos animais mutilados. Desde então, dedica-se à investigação de OVNIs e atualmente é considerada autoridade no assunto. Em 1989, Howe publicou o revelador livro "An Alien Harvest", seguido em 1993 por "Glimpses Of Other Realities".

publicado por Admin às 23:53
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OVNI Gigante sobre Dois Continentes.



Por James Oberg, publicado em Janeiro de 1983 na FATE Magazine



Aparição aérea desencadeia pânico nas ruas, temores de ataques nucleares e relatos de pousos de extraterrestres.


Uma das mais espetaculares e amplamente testemunhadas aparições de OVNI em tempos recentes ocorreu na tarde de Sábado, 14 de Junho de 1980. Em sua primeira fase foi largamente vista na Rússia central; o ufologista soviético Feliks Zigel foi subsequentemente capaz de preparar um relatório baseado em entrevistas detalhadas com 40 testemunhas oculares. Em sua segunda fase o OVNI apareceu uma hora depois sobre a América do Sul (em torno de 7 horas da noite, horário da Argentina) onde ele foi visto em cinco países e fotografado no céu ocidental perto da Lua; este evento foi grandemente divulgado nos Estados Unidos e ocupou duas páginas de uma análise International UFO Reporter alguns meses depois. Uma terceira fase não-confirmada ocorreu perto de Morocco.



Existem várias testemunhas oculares altamente qualificadas para este evento. Elas incluem pilotos de aviões, fotógrafos de jornais, oficiais militares reformados e investigadores UFO experientes. Fotografias mostram o OVNI junto com objectos mensuráveis de calibração como a Lua ou características identificáveis no horizonte. Efeitos fisiológicos e avistamentos de ocupantes de pequenas "naves de escolta" estão registrados em Moscou. Gordon Creighton, um consultor sênior do respeitado Flying Saucer Review, chamou o caso de "certamente um dos mais fascinantes já produzidos em qualquer lugar no mundo". J. Allen Hynek do Center for UFO Studies (CUFOS) definiu a fase argentina "uma das mais fantásticas em anos". E o investigador-chefe CUFOS Allan Hendry escreveu que "a natureza exata deste caso permanece um mistério".

Os relatos soviéticos, que apareceram em várias publicações ocidentais graças aos esforços do free-lance de Los Angeles Henry Gris, falam de um objecto "enorme" (com mais de 120 metros de largura), laranja avermelhado "em forma de ferradura ou meia-lua" visto seqüencialmente em Kalinin, Moscou, Ryazan, Gorkiy e Kazan. De acordo com o ufólogo Aleksey Zolotov, ele mesmo uma testemunha, muitos aviões da força aérea soviética foram mandados para interceptar o OVNI. Em Moscou Feliks Zigel observou pânico nas ruas enquanto mulheres idosas pranteavam sobre o Dia do Julgamento e homens direcionavam as pessoas para abrigos antiaéreos em face de um aparente ataque nuclear americano. Em Gorkiy, vacas mugiam e patos se agitavam freneticamente nas margens do Volga.



Outro perito UFO soviético destacado, Sergey Bozhich, que viu o OVNI de seu apartamento no subúrbio moscovita de Toshino, lembrou-se de que "foi um avistamento verdadeiramente aterrorizante, eu imediatamente percebi que o crescente avermelhado tinha que ser uma espaçonave extraterrestre, porque eu já tenho estudado OVNIs por muitos anos e já vi OVNIs similares a este".



A pesquisa de Zigel revelou dois encontros imediatos do terceiro grau. Um veio do tenente-coronel Oleg Karyakin que viu o disco voador sobrevoar a rua na frente de sua casa naquela noite; um vizinho posteriormente descreveu "uma figura humana, bem pequena e vestida em um traje espacial, dentro da cúpula transparente do disco". No segundo, o diretor de televisão Aleksandr Koreshkov foi acordado do sono por um "objecto" barulhento na rua. Perto dele ele viu "um homem muito pequeno". Sua esposa posteriormente também acordou para encontrar grandes marcas de queimadura vermelhas em seus braços; elas desapareceram pela manhã. Gordon Creighton escreveria que esses relatos indicavam "de forma convincente que algumas naves pequenas do OVNI gigante realmente pousaram nas ruas da capital russa".



Os relatos sul-americanos, embora menos sensacionais, foram ainda mais amplos. "Tantas cidades em uma área englobando cinco países - incluindo a Argentina, Uruguai, Brasil, Chile e Paraguai - reportaram ter visto o mesmo tipo de 'OVNI' que o tratamento inicial da imprensa falava de uma 'frota de OVNIs", notou o relatório de Hendry para o CUFOS. "Em retrospecto um único fenómeno em grande altitude parece estar por trás de tudo".



Os pilotos e o pessoal da torre de controle no aeroporto Newbery em Buenos Aires relataram o objecto flutuando a um quilómetro do aeroporto. No aeroporto de Ezezia os controladores disseram que eles podiam ver o OVNI como um ponto na tela do radar. Em Cordoba o objecto pareceu decolar da pista do aeroporto e disparar a 25.000 pés. Uma "massa voadora circular" perseguiu uma família dirigindo para casa de uma visita a Córdoba. Eles levaram o carro para o acostamento e pararam. O OVNI desceu em direção deles "com movimentos verticais e circulares deixando uma trilha brilhante de fumaça esbranquiçada" - e então desapareceu na frente de seus olhos.



Em Corrientes o repórter Omar Vallejos viu o OVNI "flutuando sobre o rio Prana - e então, como se tivesse nos visto, ele começou a se mover para norte e desapareceu".



Descrições visuais foram geralmente consistentes. "Parecia como a lua cheia mas mais fraco", um piloto disse, "e era rodeado por uma espécie de auréola". No campo Newbery um controlador chamou o OVNI de "um tipo de esfera que era tênue no meio e mais brilhante nas extremidades". Duas fotografias, publicadas no tablóide "Star" em 19 de Agosto de 1980 mostram uma ténue nuvem em forma de "rosquinha".



O dr. Willy Smith, um pesquisador CUFOS especializado em relatos sul-americanos, concluiu que a nuvem-OVNI estava a uma altitude de "200 a 300 quilômetros" com uma velocidade de "um a dois quilômetros por segundo, e isso é muito confiável".



Essas descrições de "auréola-esfumaçada" levaram Hendry a suspeitar de um experimento de liberação de nuvem de bário a grandes altitudes, como os frequentemente conduzidos pela NASA para investigar condições ionosféricas e regularmente relatados como OVNIs. (Felizmente, eles estão entre os mais fáceis para os investigadores de identificar). Mas não havia tais sondas ionosféricas registradas para este caso. Além disso, Hendry escreveu, "O que torna isto incomum são as alegações de movimento rápido pelo céu - especialmente rápido dada a grande altitude".



Embora os relatos sul-americano tenham sido publicados na época em que ocorreram, não foi antes de Maio de 1981 que Henry Gris obteve informação da fase russa do caso. A sua história, baseada em uma viagem pessoal à USSR e encontros com ufologistas lá, apareceram no National Enquirer em 7 de Julho de 1981, e de forma expandida na revista italiana Gente algumas semanas depois; a última foi a fonte de um destaque em janeiro de 1982 da Flying Saucer Review. Embora Gris soubesse da fase sul-americana - de fato ele foi o primeiro pesquisador UFO conhecido a conectar as duas fases - ele não mencionou isto em seus artigos na época ou depois.



Intrigado pela natureza global do caso, eu enviei uma carta a duas dezenas de especialistas em 30 de Setembro de 1981.



"Notem que as duas regiões estão conectadas por um grande círculo que está inclinado ao equador a aproximadamente 65 graus", eu escrevi, "Se a nuvem estava associada a um objecto em órbita terrestre, ela deveria ter levado em torno de uma hora para atravessar a distância da Rússia à Argentina - e estranhamente este é aproximadamente o diferencial de tempo ... Eu ressalto que 63 graus (adicione ou subtraia alguns graus) é a inclinação orbital associada quase exclusivamente com espaçonaves militares soviéticas". As aparições em ambos países podem ter sido iluminadas pelo Sol, não necessariamente com luz própria, porque a grandes altitudes as nuvens ainda estavam iluminadas pelo Sol. Foi pouco tempo depois do pôr-do-sol na Argentina (por uma hora e 20 minutos) e foi durante a época do "sol da meia-noite" no norte da Rússia, quando o Sol está um pouco abaixo o horizonte norte através da noite.



Uma interessante resposta veio do dr. David R. Squires da Smithsonian Institution's Scientific Event Alert Network (o successor do Center for Short-Lived Phenomena). Ele escreveu "Eu observei um fenômeno similar anos atrás quando eu estava trabalhando na estação Smithsoniana de rastreamento de satélite em Woomera, Austrália [em 1967-69]. Esta nuvem particular estava associada a um satélite americano que havia acabado de ser lançado em órbita terrestre do Cabo Kennedy. Nós havíamos preparado uma câmera Baker-Nunn para fotografar o satélite quando ele não apenas apareceu como esta impressionante nuvem acompanhou a carga como se ela estivesse acoplada bem atrás dela. Outros na estação lembram ter visto uma relação similar satélite-nuvem dois anos antes dessa, e foi ainda mais impressionante porque o próprio satélite era visível a olho nu. De seu ponto de observação a nuvem parecia envolver o satélite enquanto ele viajava pelo céu".



Outra contribuição veio de James Cornell, relações públicas do Centro para Astrofísica (anteriormente o Smithsonian Astrophysics Laboratory) em Cambridge, Mass. Seu circular Centerline tinha publicado uma série memorável de fotografias da queima de "injecção translunar" da Apollo-8 quando ele deixou sua órbita estacionária e dirigiu-se para a primeira viagem da humanidade à lua em Dezembro de 1968. As fotos, tiradas por uma estação de observação Smithsoniana no Havaí pouco antes do amanhecer no horário local, mostrou uma memorável seqüência de formas e nuvens à medida que o foguete foi ativado e então desactivado. outra série de fotografias mostrou os terceiros estágios Saturno bem longe no espaço, expelindo grandes nuvens de propelente excedente em 1969.



O dr. Patrick S. Osmer, diretor do Observatório Inter-Americano em Cerro Tololo, Chile, forneceu um caminho ainda mais valioso. Ele não tinha dados sobre o evento de 14 de junho mas escreveu "Nós tivemos um evento proeminente visto de Tololo em 12 de Fevereiro aproximadamente às 2:00 horas UT [Universal Time]. Foi uma nuvem verde luminosa de apreciável extensão angular que flutuou pelo céu -. Tais nuvens são vistas aqui de tempos em tempos.



Assim com a hipótese de satélite aparentemente sendo um caminho promissor, eu fiz uma lista de lançamentos espaciais que ocorreram em torno de 14 de junho (a nuvem sinalizava um evento relativamente novo, recente) e escrevi para o NASA Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Md,, por dados de rastreamento dos quais eu pudesse extrair a hora de lançamento e a trajetória real através da face da Terra buscando vários objectos candidatos e seus boosters. Eu esperava que um deles iria corresponder ao tempo e direção do hipotético "satélite-nuvem" russo-argentino.



Um correspondeu: o soviético "Kosmos-1188", lançado de Plesetsk em torno de 11:55 da noite em 14 de Junho (a testemunhas ocular Bozhich notou a hora exacta de desaparecimento de seu OVNI vermelho crescente como "11:58 da noite", depois de alguns minutos de observação), tinha voado através da América do Sul uma hora depois. Foi um momento de regozijo quando meu plotter dirigido por computador desenhou sua linha de rastro bem sobre os locais de avistamento de OVNI. E a inclinação orbital era exactamente 62.8 graus, muito próximo da minha estimativa original de 65 graus.



A estimativa de Willy Smith, baseada apenas na análise detalhada de relatos de testemunhas oculares, errou por um fator de quatro vezes menos - mas isto não é ruim e foi o trabalho mais acurado feito até aquele ponto. Já que há uma relação linear entre alcance e velocidade absoluta, multiplicando a velocidade estimada de Smith por um fator de quatro nós dá uma escala de quatro a oito quilómetros por segundo. A velocidade real do satélite era um pouco mais de sete quilómetros por segundo - exactamente dentro da escala ajustada que Smith havia calculado.



Enquanto isso um fio de mistério aparentemente independente estava prestes a ser trançado na grande tapeçaria da solução. Smith havia informado para mim que ainda outro OVNI de "auréola esfumaçada" havia sido visto e fotografado na tarde de Sábado, 31 de Outubro de 1981. De acordo com a história (que foi destaque em duas edições do boletim APRO), o OVNI foi visto em três províncias argentinas e em Arica, Chile, às 9 horas da noite. No Observatório Felix Aguilar um oficial disse que o OVNI (com a "clássica" forma de um "disco voador") cruzou o céu a uma grande taxa de velocidade, deixou uma trilha luminosa e cintilante e desapareceu no noroeste. Os operadores da torre de controle e pilotos de aviões o observaram apavorados; em Córdoba observadores estimaram que estaria em torno de 600 pés do chão [quase 200 metros]. Sete escaladores de montanha observaram o OVNI a duas ou três milhas de distância [em torno de 3 a 5 quilómetros] que "iluminou toda a área" e enervou as testemunhas enquanto elas foram pegas por seu brilho.



O astrónomo dr. Terry Oswalt (que fotografou o OVNI "nuvem verde" de Cerro Tololo e está agora na equipe da Universidade Estadual de Ohio) mandou-me recortes de jornais locais reportando o avistamento de 11 de Fevereiro de 1980. Havia os usuais relatos de luzes brilhantes, com a forma aproximada de letra "A" ou uma estrela com raios irradiando para fora; também notável foi um relato de uma aterrorizante volta montanha abaixo ocasionada pelo medo de um motorista de autocarro de que o disco voador estivesse perseguindo-o. Uma jovem chamada Ximena Sabay relatou que múltiplas pessoas testemunharam interferência em suas televisões causadas pela presença do OVNI.



O próprio Oswalt descreveu o OVNI de detalhadas entradas em seu diário. Embora houvesse a grande e turva nuvem associada com a aparição, a mais brilhantes característica não era a nuvem mas um conjunto de estruturas alojadas em forma de V que se moviam para o norte da direção da ponta do "V". Na ponta do "V" mais externo estava um objeto amarelo brilhante.

Surpreso pelas similaridades dessas aparições à descrita no caso de 14 de junho, eu novamente chequei os registros de lançamentos de veículos espaciais. Eu fiquei maravilhado ao descobrir que todos os três casos se correlacionavam com lançamentos de satélites do programa Kosmos - particularmente com a subclasse relativamente infrequente consistindo de veículos de "Early Warning" (EW) [Aviso Prévio]. Cada avistamento sul-americano ocorreu a um pouco mais de uma hora o lançamento de um satélite EW de Plesetsk. Não poderia ser uma coincidência.

Kosmos-1164 foi lançado às 00:56 UT em 12 de Fevereiro de 1980, e a nuvem verde e estrela amarela de Cerro Tololo apareceu às 2:00 UT (10:00 PM horário do Chile); Kosmos-1188 foi lançado às 20:55 UT em 14 de Junho de 1980, e foi visto sobre a América do Sul pouco depois das 3:00 PM horário da Argentina (22:00 UT); e Kosmos-1317 foi lançado às 22:48 UT em 31 de outubro de 1981, e foi visto sobre a Argentina pouco depois das 9:00 PM (meia-noite UT).

A sequência deste tipo de lançamento espacial funciona assim: O booster de quatro estágios "Molnya" decola do oficialmente não reconhecido "Cosmódromo Norte" perto de Plesetsk, com mais de um milhão de libras de empuxo de seus 20 motores (os motores estão agrupados em quartetos no núcleo central e em quatro boosters paralelos acoplados). Depois de vários minutos os quatro boosters caem enquanto o núcleo central continua em vôo (isto é chamado "segundo estágio"). Alguns minutos depois o núcleo exaure seu combustível e se afasta enquanto um terceiro estágio menor carrega a secção superior de oito tonelada e três partes em uma órbita estacionária baixa, e então cai. Voando ao lado, o veículo orbital é pilotado por uma unidade chamada a "plataforma de lançamento" que aponta a montagem na direção certa. O satélite cruza a Mongólia, China, as Filipinas e a Austrália central, então corta o extremo sul do Pacífico antes de se desviar ao norte longe da costa do Chile.



Uma hora depois do lançamento, a uma altitude de 400 milhas [650 quilómetros] sobre o hemisfério sul, um quarto estágio entra em ignição, deixando a "plataforma" para trás e empurrando a si mesmo e à carga de fato em uma órbita ainda mais alta que é lançada a mais de 20.000 milhas sobre o hemisfério norte. Lá o satélite torna-se parte de uma rede que vigia os lançamentos de mísseis americanos e transmite dados de rastreamento em tempo-real aos quartéis generais militares soviéticos.



Os múltiplos rastros de fumaça de lançamento, iluminados por trás por raios de sol avermelhados do sol da meia-noite facilmente explicam o que foi visto sobre a Rússia. De facto, o próprio Bozhich descreveu como o OVNI de 14 de junho era "extraordinariamente similar ao que voou sobre Petrozavodsk na noite de 20 de setembro de 1977" - o infame "OVNI gelatinoso" que foi conclusivamente provado como sendo causado pelo lançamento antes do amanhecer de um Kosmos-955 de Plesetsk do mesmo tipo de booster usado em satélites EW.



O próximo problema era identificar qual peça do veículo de lançamento EW é responsável pela nuvem sul-americana: o terceiro estágio exaurido, a plataforma de lançamento, o quarto estágio ou a própria carga. Significativamente, as três nuvens observadas estavam dentro de lançamentos EW, mesmo que haja muito mais lançamentos do tipo de satélites de comunicação Molniya - e eles seguem uma sequência de lançamento quase idêntica a dos veículos EW. A única diferença é que nos satélites Molniya a queima do quarto estágio é realizada mais cedo (i.e., 2.000 milhas mais a oeste) na órbita estacionária. A diferença não afecta o comportamento do terceiro estágio já descartado, assim esse candidato pode ser eliminado porque sua trajetória não pode explicar as diferenças observadas entre missões Molniya e EW. Enquanto isso, a plataforma de lançamento e carga provavelmente não carrega propelente em excesso em quantidade suficiente para formar tal tipo de nuvem visível. Assim por eliminação o único suspeito restante é o quarto estágio.



Isso faz sentido já que um lançamento EW estará exatamente completando a queima de seu quarto estágio quando ele passa sobre a costa sul-americana. A nuvem pode se formar imediatamente depois da queima se completar e posteriormente se dissiparia.



O avistamento brasileiro do evento de 14 de junho corrobora esta interpretação. Quatro professores de matemática estavam acampando perto de Aruana, nas margens do rio Arquaia, quando eles viram a nuvem. Em contraste com os avistamentos argentinos, nos quais o objeto transitou pelo céu em minutos (o veículo ainda estava em uma órbita baixa e rápida), os brasileiros viram a nuvem desvanecer no nordeste depois de quase meia hora de observação. Cálculos mostram que o estágio superior em sua órbita ascendente e desacelerada ficaria de facto sobre o horizonte por essa duração quando visto desse local, o mais ao norte das testemunhas relatadas.



Mesmo assim a natureza exata da nuvem não foi estabelecida de forma conclusiva. A teoria de "descarga" permanece apenas uma teoria. As fotografias "Moonwatch" (o programa de observação do espaço levado a cabo pelo Smithsonian em 1957-1975) de boosters S4B Apollo presos à órbita lunar e continuamente em descarga mostram seja nuvens marcadamente assimétricas ou esferas uniformes que parecem mais brilhantes no centro; a nuvem Kosmos-1188 era bem simétrica e era mais brilhante perto da ponta exterior.



Além disso, o tamanho da nuvem Kosmos-1188 (conhecido das fotografias a 1 1/2 graus, a uma distância computada de 1600-2000 quilômetros) era de aproximadamente 30 milhas [50 Km] menos de 10 minutos depois que o estágio parou de queimar. Isto implica uma taxa de expansão de pelo menos 200 mph [90 m/s] e possivelmente muitas vezes maior, um tanto maior que as taxas de expansão das nuvens S-4B vistas pelo "Moonwatch". Isto, ao lado da natureza evidentemente fina da ponta da nuvem, sugere um breve tipo de evento explosivo cuja natureza exacta permanece indeterminada. A conexão entre as nuvens aos lançamentos EW entretanto é esmagadoramente persuasiva.



Depois da queima do quarto estágio a carga do Kosmos-EW e o quarto estágio exaurido (e em descarga) dirigiram-se para cima e para o nordeste pela Amazônia e sobre o Atlântico norte. Fotos hemisféricas de satélite mostram que a costa norte da América do Sul estava na penumbra (assim como áreas povoadas do Peru e Equador), eliminando a possibilidade de relatos de OVNI desses locais.



Mas relatos não confirmados alegam que um OVNI foi visto naquela noite em Morocco onde o tempo estava limpo. Cálculos mostram que o Kosmos-EW e material associado estaria iluminado por todo o intervalo de tempo em questão; ele teria ascendido no oeste às 22:16 UT (Morocco está exatamente no Universal Time, assim seria 10:16 PM), derivado para noroeste e alcançado meio-caminho ao zênite às 22:30, então se movido geralmente horizontalmente até que chegasse ao norte às 22:50. Então o alcance seria maior que 8.000 milhas [13.000 Km] e a nuvem teria se dispersado completamente.



Por que o repentino assalto deste tipo essencialmente novo de estímulo OVNI sobre a América do Sul? Escrevendo no início de 1982, o perito em operações espaciais soviéticas Nicholas L. Johnson notou: "Durante os últimos dois anos, a rede de satélites de aviso prévio [EW] passou por uma transformação dinâmica de um programa experimental, inicial para uma constelação operacional quase completa (rede orbital). Embora o programa tivesse começado em 1972, não foi antes de 1980 que haveriam mais de três satélites operacionais ao mesmo tempo."



Os números de lançamentos contam a mesma história: houveram seis lançamentos EW em 1981 e seis outros em 1980; antes disso houveram apenas dois por ano em 1979, 1978 e 1977.



A uma altitude de 400 milhas [650 Km], onde a queima do último estágio ocorre, os veículos teriam sido iluminados pelo sol por pouco mais de duas horas depois do pôr-do-sol local ou antes do nascer do sol local para observadores diretamente abaixo deles. Tomando um gráfico do nascer e pôr-do-sol através do ano em Buenos Aires, adicionando uma margem de duas horas de aurora (um pouco mais no verão) e traçando os vôos reais Kosmos-EW de 1972 ao presente, nós descobrimos que apenas dois recaem nessa faixa de visibilidade: Kosmos-1188 em 14 de junho de 1980 e Kosmos-1317 em 31 de outubro de 1981. Ambos causaram relatos de OVNI.



O Kosmos-1164 (12 de Fevereiro de 1980 UT; 11 de fevereiro no Chile) estava perto do limite - e talvez devesse recair nele por causa dos efeitos do "sol da meia-noite"; mas sua presença parece conectada primariamente com o fato de que foi um fracasso (ele aparentemente não alcançou a órbita alta pretendida), provavelmente devido a uma queima de foguete atrasada e mal dirigida. As chamas de foguete causaram relatos de OVNI nesse caso, embora queimas Kosmos-EW normais ocorram baixo no céu ocidental como visto do Chile. Significativamente, a chama foi relatada como amarela, a cor que os propelentes dos boosters assumem quando queimados.

O gráfico de sobrevôos versus aurora mostra que apenas 10 por cento dos lançamentos Kosmos-EW recaem dentro da faixa de visibilidade. A uma taxa de lançamento de seis ao ano isso resulta em aproximadamente uma nuvem visível a cada ano e seis meses em média - e de fato as duas nuvens OVNI maiores foram vistas com 16 meses de diferença. Isto também significa que novos avistamentos estão destinados a ocorrer nos próximos anos. Mas talvez dessa vez eles não ocasionem medo e confusão mas sejam apreciados como um efeito colateral maravilhoso das atividades espaciais da humanidade.



Este tipo de OVI (Objecto Voador Identificado) Kosmos-EW é relevante aos estudos OVNI em geral?



Eu penso que sim. Em primeiro lugar, obviamente, é óbvio que casos de OVNI estrangeiros freqüentemente sejam publicados sem pesquisa adequada e as testemunhas freqüentemente se enganam ao relatar movimento, tempo e aparência.



Outro grande factor é que há excessivos relatos de OVNI para ser levados em conta por uma pequena quantidade de investigadores em tempo parcial qualificados. Como uma consequência muitos OVNIs devem continuar não-identificados simplesmente pela falta de uma investigação imediata, comprometida e bem-versada. A existência de uma grande variedade de fenômenos prosaicos que podem ser confundidos com OVNIs requer estudo por um número correspondentemente grande de especialistas. (Minha especialização, por exemplo, são operações orbitais e o programa espacial soviético, assim eu comecei minha pesquisa com uma distinta vantagem). Estes especialistas geralmente não estão nem disponíveis nem dispostos a aplicar seu conhecimento (ou sequer sabem que seu conhecimento é necessário) em relatos de OVNI apropriados. Que os casos que eu descrevi tenham sido de facto solucionados é algo raro, quase um acidente - não é nenhuma surpresa, o cético pode justificadamente argumentar, que tantos outros permaneçam não resolvidos.



Todos os relatos estranhos (e obviamente espúrios) de OVNIs Kosmos-EW causando perseguições de aviões e ônibus, encontros com ufonautas, interferência em televisões, avistamentos por radar, tentativas de interceptação por aviões a jacto, mensagens telepáticas (Bozhich relatou isso), mudanças de curso em zigue-zague e afins, reforçam os argumentos de céticos que descartam detalhes similares conectados com outros relatos de OVNI menos bem documentados. Quando um ufologista pergunta "Como esses aspectos do caso podem ser explicados?" os cépticos podem responder "Eles não precisam ser explicados. Eles são apenas ruído aleatório, coincidências e enfeitamentos que não têm nada a ver com o estímulo original".



Mas eu não pretendo terminar este artigo em uma nota negativa. Afinal, a maioria dos relatos de testemunhas oculares mostraram ser substancialmente corretos e consistentes com o fenômeno real. Felizmente nestes casos houve relatos suficientes para que eles pudessem ser "normalizados" e aqueles desviantes puderam ser identificados e ignorados. Já que um estímulo amplamente documentado pôde ser conectado aos relatos, foi possível calibrá-los em uma situação peculiar no mundo das investigações e análises OVNI.



Portanto o grande OVNI russo-argentino de 14 de Junho de 1980 certamente merece ser reconhecido como um "OVNI clássico" e como um estudo de caso instrutivo em técnicas de pesquisa e análise de testemunhos.



***

James Oberg é um especialista espacial em Houston e palestrante e escritor em astronomia e ciência espacial.



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OVINI´s (UFO´s) - Razões para acreditar.

OVNIs - Objectos Voadores Não Identificados é uma série de documentários que investiga as controversas visões e encontros com OVNIs, analisando casos famosos, evidências recentes e pesquisas científicas. É um antídoto para o conceito de que registros de OVNIs só podem ser duas coisas: Fraudes ou genuínos contactos com alienígenas. E mostra como fenómenos naturais, tecnologias desconhecidas, estados alterados de consciência e mitologia proporcionam explanações bem mais realísticas.
Desde os anos 40, milhares de pessoas viram, fotografaram ou afirmam ter sido levadas por OVNIs. Em 1947, Kenneth Arnold viu nove objectos em forma de disco voando nos arredores de Mt. Rainier. Foi quando a imprensa criou o termo "disco voador".
Naquele mesmo ano, algo caiu próximo a Roswell, no Novo México. Teóricos especulam que tratava-se de uma nave espacial alienígena, cujos destroços e tripulação, o Governo Americano mantém escondidos. Em 1987, Ed Walters tirou espantosas fotografias de um OVNI nos arredores de Gulf Breeze, na Flórida. Mas, um amigo confessou à imprensa que as fotos eram forjadas. Como os casos são muitos e diversos, o Prof. David Drake calcula as probabilidades de se encontrar vida inteligente em outros planetas.


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OVNI / UFO - AVISTAMENTOS CÉLEBRES.


ROSWELL - 1947

Cotado como o fenómeno OVNI mais mediatizado e popular de sempre, o caso de Roswell tem sido ao longo dos tempos vítima de uma intensa investigação apenas comparável à especulação que se gerou à sua volta. O inédito sucedeu no dia 2 de Julho de 1947, a 75 milhas de distância de Roswell, Novo México, local da queda de um objecto não identificado. A população, apesar de alarmada pelas estranhas luzes que avistaram no céu, associaram tais fenómenos à base da USAF instalada nas proximidades. O reconhecimento dos destroços foi seguido quase de imediato pelo seu transporte para outra base aérea, a de Carswell. Paralelamente a estes objectos, no mesmo dia e a poucas milhas do local, seria feita outra surpreendente descoberta, um disco metálico de proporções modestas que aparentemente se havia despenhado sobre uma propriedade.
As primeiras declarações, retiradas de uma conferência de imprensa do comandante William Blanchard, operacional da base de Roswell, apareceram no diário local no dia 8 do mesmo mês. Anunciava-se a captura de um "disco-voador" pelas autoridades, relacionando o caso com o estranho surto de actividade OVNI em território norte-americano. A notícia depressa correu mundo, mas viria a perder pouco depois a sua validade oficial com um desmentido por parte do major Jesse Marcel. Este, acompanhado pelos fragmentos de um balão meteorológico, denunciava um erro na identificação dos destroços que afinal não passavam de inocentes pedaços de um aparelho científico. As explicações souberam a pouco e apenas catalisaram mais a indignação civil que não tem parado de crescer.
Recentemente surgiu uma nova explicação oficial. Tudo não passara de um acidente com equipamento de vigilância de um projecto secreto intitulado Mogul, o qual visava monitorar detonações nucleares provenientes do bloco comunista. A natureza confidencial da acção levou a um encobrimento - as duas declarações de imprensa e as gaguejadas explicações que até ai haviam sido verificadas. Restam assim três teorias sobre o sucedido: a última, a que defende um real fenómeno alienígena na zona e a de que tudo não passou de um encobrimento elaborado que visava esconder o verdadeiro acontecimento a 30 milhas do suposto local da queda.

BÉLGICA - 1989

Segundo o que tem vindo a ser dito, tudo começou a Novembro de 1989, na zona este do país. Uma enorme vaga de avistamentos de OVNI's, colocou a Bélgica no Top 10 dos países visitados por entidades alienígenas. Estes objectos aparentavam uma forma triangular, de cor escura e com 4 focos de luz, 3 nos vértices e outro no centro. Não seria a sua primeira aparição pública, mas a enchente, combinada com o fracasso de uma intercepção a 30 de Março por F-16s belgas acompanhada por leituras de radar, levariam a uma extraordinária divulgação do fenómeno.
Esta espécie de OVNI's, aliás, não é propriedade única dos belgas. Tornaram-se comuns as suas visualizações junto a uma base aérea em Lancashire, Inglaterra, que serve de hóspede a experiências com novos veículos. Ainda de acrescentar, uma suposta ligação destes aparelhos a algumas abducções. A especulação quanto à possível origem destes aparelhos delegamos ao leitor, adicionando apenas mais alguns dados: o seu tamanho será superior ao de um Boeing 747 (e não por favor) e que, é capaz de se superiorizar, em termos de velocidade, a um F-16.

VARGINHA - 1957/1996

A cidade de Varginha, tem vindo a afirmar-se como um grande expoente da ocorrência de fenómenos estranhos e bizarros. A primeira ocorrência terá sido a 16 de Outubro de 1957, com a abducção de um habitante, António Villas Boas. Segundo este, ao trabalhar na plantação dos seus pais, avistou uma luz vermelha que ao aproximar-se revelou ser uma nave que aterrou nas proximidades. Levado a bordo por três pequenos humanóides vestidos em fatos metálicos cinzentos, foi submetido a uma série de testes e, mais tarde, a uma experiência sexual com um ser que aparentava ser uma mulher e, aliás, a mais bela que ele alguma vez tinha visto. Isto, aparentemente, para extrair fluidos corporais, incluindo esperma.
Mais recentemente, a 20 de Janeiro de 1996, uma estranha ocorrência voltou a despertar o interesse nesta pacata aldeia. Desta vez, um estranho e diminuto ser, aparentemente um Cinzento, segundo as descrições, protagonizou algumas aparições junto da população. Julgando ser um animal selvagem, os bombeiros organizaram um grupo de captura, com sucesso. Porém, pouco depois, o ser viria a ser levado por autoridades militares, juntamente com um par semelhante avistado na localidade, apesar de um deles Ter sido dado como morto. Os espécimes terão levado então um complicado trajecto que os levou até aos EUA, passando por uma base militar da zona e Brasília, uma cidade do litoral brasileiro. A versão oficial é de que nada de extraordinário sucedeu neste caso.

NORFOLK - 1980

O mais importante caso OVNI a ocorrer na Grã-Bretanha, a ponto de receber a alcunha de "o Roswell britânico", sucedeu no dia 27 de Dezembro de 1980, na floresta de Rendlesham, em Norfolk. Na noite desse dia, um estranho sinal surgiu nos radares de duas bases da zona. O objecto em questão, obviamente desconhecido, pousou na floresta, destino de uma série de patrulhas. No local, segundo provas reunidas (nas quais se destacam as gravações das mensagens rádio da polícia), foi encontrada uma nave de forma cónica, com algum brilho, assente em três apêndices que constituíam o seu trem de aterragem. Pouco tempo após a chegada das patrulhas, o OVNI voltaria a levantar voo, fora do alcance de qualquer intervenção possível.
Norfolk não deixaria, no entanto, de ser novamente palco de outro fenómeno aparentemente alienígena. Um outro OVNI, por volta de 5 de Outubro de 1996, percorreria o espaço aéreo britânico, mais especificamente junto à costa de Norfolk, com vários avistamentos, incluindo o de civis e de um barco que permanecia junto à zona e leituras de radar. O objecto, segundo os testemunhos, tratava-se de uma luz brilhante, a qual mudava intermitentemente de cor (verde, branco e vermelho). A explicação oficial do fenómeno foi a de que se tratava do planeta Vénus e de que os UREs haviam sido causados pela torre de uma igreja da localidade.

GULF BREEZE - 1987

Desde há alguns anos que a localidade de Gulf Breeze, situada no estado norte-americano da Flórida, tem sido um foco de interesse para vários investigadores do fenómeno OVNI e outros curiosos do assunto. O fascínio originou-se entre o período de Novembro de 1987 e Maio de 1988, com uma vaga impressionante de OVNI's a assolarem a zona. Quem viria a tirar proveito de tal facto seria Ed Walters, um habitante da região que conseguiu tirar algumas das fotos mais impressionantes de sempre de OVNI's. Nestas fotografias surgem com formas semelhantes a discos, brilhando fortemente. Postas à prova por inúmeras entidades, permanecem ainda intocáveis. Excepção feita às declarações de um habitante que afirma ter auxiliado Walters no fabrico de um modelo que apresentou às autoridades como o verdadeiro objecto visível nas imagens. A credibilidade de Gulf Breeze, no entanto, não parece ter sido afectada, a julgar pela quantidade de pessoas interessadas ainda hoje em observar o céu da zona em busca de uma boa fotografia ou recordação.

IRÃO - 1976

Um dos episódios mais fantásticos de contacto entre a força aérea de qualquer país e um OVNI, até à data, ocorreu no ano de 1976, a 19 de Setembro. Seguindo uma série de relatos de um OVNI que sobrevoava a zona de Teerão e após contacto radar ser estabelecido com o objecto, foi destacado um F-4 Phantom com a missão de o interceptar. O relato do piloto denuncia uma nave com tamanho superior ao de um Boeing e de brilho bastante elevado. Ao aproximar-se do objecto, teve no entanto de regressar à base devido a uma estranha falta de energia nos instrumentos. Porém, quando havia já ganho alguma distância do alvo, os comandos do avião regressaram à sua operacionalidade normal. Um segundo caça, confiado com a mesma missão, não teria maior sucesso. Enquanto continuava a perseguição do objecto multicolor, este tomou, aparentemente, actos retaliadores: "lançou" um segundo OVNI de dimensões mais modestas de encontro à aeronave que, sem qualquer outro tipo de acção possível , manobrou de forma a evitar o objecto, conseguindo com pouca folga impossibilitar a colisão. O objecto após esta ameaçadora manobra, regressou à sua origem. O caça viria mais tarde a ser obrigado a regressar por falta de combustível a tempo de testemunhar o aparecimento de um terceiro OVNI que descolou do maior vindo a aterrar no deserto.
Este estranho objecto terá seguido então uma rota paralela ao Equador, até Marrocos, subindo ainda até Portugal, para mais tarde desaparecer no Atlântico.
publicado por Admin às 23:09
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OVNI / UFO - Trindade: Dúvida, Boatos e Fraude.

No relatório do projecto Blue Book sobre o caso da Ilha de Trindade, o capitão M. Sunderland escreve que "parece também que o objecto estava invertido na fotografia 2, comparando-a com a 1 e a 3". Apesar do mesmo relatório terminar com um famoso sarcasmo sobre marcianos adorarem conforto, aqui está uma alegação simples e objectiva que se puder ser verificada e devidamente negada ou mesmo confirmada, poderia jogar alguma luz nova neste nebuloso caso. Isto porque mesmo a olho nú podemos ver nas primeiras fotografias da série que o objecto apresenta uma mancha mais escura, chamada por alguns de "domo", e ela de fato se encontra na parte superior esquerda na fotografia 1 para depois estar na parte inferior direita na fotografia 2. Há pouco tempo Martin Powell publicou uma análise, que também está disponível on-line, onde baseado em scans das imagens do objecto no livro de Ronald Story, mostrou que realmente há semelhanças notáveis entre a imagem do objecto na fotografia 1 e a imagem invertida do objecto na fotografia 2. As implicações deste aspecto, se confirmado, são cruciais para o caso pois se centram na única evidência física do caso.
Infelizmente, até onde sei ninguém se interessou em investigar a questão de forma mais profissional e definitiva, não só depois do artigo de Powell, como em todas as décadas depois do caso Trindade. Análises profissionais foram feitas nas fotografias, mas desconheço que qualquer uma delas tenha abordado especificamente a alegação de Sunderland sobre inversão. Em vista desta situação, mesmo como leigo procurei fazer algo, e com base em scans das imagens do objeto publicadas na revista UFO brasileira, fiz outra comparação independente da de Powell, e ela parece confirmar seu resultado.
Modificando valores de contraste e brilho das imagens do objecto nas fotografias 1 e 2, semelhanças evidentes se destacam. Utilizando-se de outros filtros, estas semelhanças também são destacadas. É importante notar que nenhum destes filtros é arbitrário, isto é, não foram feitos retoques manualmente de forma arbitrária para fazer com que uma imagem se parecesse com outra. Ao invés, foram utilizados filtros aplicados a toda a imagem. Eles são sim seletivos, afinal, todo filtro de imagem tem o objetivo de destacar certas informações da mesma com base em funções matemáticas, e eu ajustei a intensidade do filtro de forma manual até onde achava que as semelhanças se destacavam mais. Mas o que se vê não apresenta nenhuma adulteração maliciosa. As semelhanças são assim relevantes: por mais que se manipulem filtros como os usados, duas imagens diferentes devem continuar razoavelmente diferentes, salvo por uma conjunção de circunstâncias rara, que de toda a forma não parece plausível aqui.

Nesta análise leiga, também procurei comparar a imagem do objecto nas fotografias 3 e 4. Devo confessar que as semelhanças são bem menos evidentes. Contudo, ao que me parece na fotografia 3 também pode ser identificado o "domo", e ele está na parte inferior direita, como na fotografia 2. Desta forma, parece-me que o oficial Sunderland errou ao dizer que a imagem do objecto na fotografia 2 é que seria a imagem invertida em relação à 1 e 3. Ao que parece, seria a fotografia 1 a estar invertida com relação às imagens 2 e 3. A fotografia 4 infelizmente não me pareceu indicar nada, nem mesmo um "domo".

Contudo, Powell indicou-me que comparando a fotografia 3 e um espelhamento vertical (flipping) da fotografia 4, havia algumas semelhanças, como pode ser visto na imagem acima. Desta forma, podemos sugerir que todas as quatro fotografias são versões diferentes da mesma imagem original, provavelmente nunca tornada pública por razões óbvias. A primeira foto está invertida em relação à segunda e terceira, e a quarta fotografia seria uma imagem espelhada. Nada disto é certo, mas penso que pelo menos a similaridade entre a imagem do OVNI na foto 1 e a imagem invertida do OVNI na foto 2 é muito relevante, como pode ser visto mais claramente na animação abaixo:

Esta "análise" é completamente leiga e amadora. Foi feita tomando-se por base scans de uma revista, e não cópias directas dos negativos, muito menos os próprios negativos que parecem ter estranhamente sumido. Segundo informações que ainda precisam ser bem verificadas, Baraúna teria vendido os negativos à agência de notícias brasileira "Meridional" e comprado um apartamento com o dinheiro. O que a agência teria feito com os negativos é ainda mais incerto.
Mas espero que mais esta iniciativa ajude a acender um interesse mais sério, seja de quem for, para negar ou confirmar as informações indicadas aqui. Nem preciso dizer que se todas as imagens do objecto na série de quatro fotografias são de facto demasiadamente similares, incluindo uma inversão inicial e um espelhamento final, então a hipótese de fraude figura não só como plausível, mas como praticamente certa.



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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

O fenómeno 'foo fighter'.

O fenómeno 'foo fighter'parece ter sido chamado assim devido a uma história em quadradinhos americana do tempo de guerra que apresentava um personagem chamado Smokey Stover, cujo bordão era "onde há foo há fogo" [where there's foo there's fire]. Sem dúvida isto parecia engraçado na época, mas foi ao dar um nome memorável e atraente para uma gama de relatos de fenómenos aéreos de luz muito discrepantes e pouco pesquisados que Stover encontrou fama duradoura. Sem esse nome, tais relatos diferentes poderiam nunca ter sido associados.

De certo modo, a evidência 'foo fighter' não nos ajuda muito. Está razoavelmente claro que o que quer que foi visto, os relatos raramente são, se o são alguma vez, de objectos sólidos, de metal. Muitos deles na verdade vêm dos céus sobre o Japão e outros países do Extremo Oriente. No entanto, relatos da existência e comportamento dos 'foo fighters' sobre a Europa durante a guerra apóiam os fundamentos do mito de 'UFOs Nazis', e enquanto isto não pode ser o exame completo que o assunto merece receber um dia, qualquer investigação deve começar em algum lugar. Eu posso reivindicar particularmente pouco crédito pela pesquisa em foo fighters que, efectivamente, prepara a cena para minha própria pesquisa no mundo mais exótico dos UFOs Nazis, mas espero que ao expô-la aqui, ficará mais acessível e será eventualmente vista dentro de sua relação apropriada - muito distante - com alegações posteriores de desenvolvimento de discos voadores em tempo de guerra.

Dois investigadores confiáveis investigaram o fenómeno 'foo fighter' do tempo de guerra. Um é o investigador e iconoclasta ufológico britânico Andy Roberts, e o outro é o americano graduado em folclore Jeff Lindell. Ambos têm, felizmente, resumos de seu material publicados na internet, e seria um comentário justo dizer que eles chegaram a conclusões um tanto diferentes. Antes de nos voltarmos à análise mais cuidadosa deles, e ignorando o material duvidoso largamente fictício de Ray Palmer apresentado em edições de pós-guerra de Amazing Stories, é bom considerar o artigo popular chave no assunto que, como Roberts comenta, "forma a substância de quase tudo que foi escrito sobre o tema de foo-fighters". Ele apareceu na American Legion Magazine de Dezembro de 1945, uma revista com que Renato Vesco - que tinha trabalhado nos E.U.A. - estava familiarizado, mas com a qual o alemão Rudolf Lusar, aparentemente, não estava.

O artigo era intitulado 'O Mistério Foo Fighter' e foi escrito por um certo Jo Chamberlin. Este relato é estimulado com "citações" contemporâneas das testemunhas, fazendo-o muito mais imediato e atraente. Começa com relatos do Japão, aparentemente depois que a Alemanha havia sido derrotada. . .

"Durante os últimos meses da guerra as tripulações de muitos B-29s sobre o Japão viram o que eles descreveram como "bolas de fogo" que os seguiam, ocasionalmente surgiam e quase sentavam em suas caudas, mudavam de cor de laranja para vermelho para branco e de volta novamente, e contudo nunca se aproximavam para atacar ou colidir em estilo suicida. .
As bolas de fogo continuam sendo um mistério -- da mesma maneira que eram quando foram primeiro observadas no outro lado do mundo -- sobre a Alemanha oriental. Este é o modo pelo qual elas começaram.

Às dez horas de uma noite de Novembro, em fins de 1944, o tenente Ed Schlueter decolou em seu caça nocturno de Dijon, França, no que ele pensou seria uma missão rotineira para o 415º Esquadrão de Caças Noturnos. O tenente Schlueter é um piloto jovem alto e competente de Oshkosh, Wisconsin, cujo trabalho perigoso era procurar no céu noturno por aviões alemães e abatê-los. Ele tinha feito justamente isto várias vezes e tinha sido condecorado. Como um de nossos melhores combatentes nocturnos, ele estava acostumado a todos tipos de emergências. Com ele como observador de radar estava o tenente Donald J. Meiers, e o tenente Fred Ringwald, oficial de inteligência do 415º, que voou como um observador.

O trio começou seu padrão de busca, vagando pelos céus noturnos em algum lado do rio Reno ao norte de Estrasburgo--durante séculos o lar de sirenes, anões, gnomos e outros personagens sobrenaturais que atraíram fortemente o senso dramático do falecido A. Hitler. Porém, nesta fase da guerra Européia, o Reno não era nenhum palco, mas um campo de batalha duro onde os alemães estavam fazendo sua última grande resistência. A noite estava razoavelmente clara, com algumas nuvens e uma lua em quarto. Havia visibilidade razoável.

Em certos aspectos, um caça nocturno opera como um boxeador campeão cuja vista não é muito boa; ele tem que confiar em outros sentidos para guiá-lo ao seu oponente. O Exército americano tem estações de radar em terra, que localiza todos os aviões pelo céu e diz ao caça noturno o paradeiro de qualquer avião. O caça nocturno voa lá, se aproxima por meio de seu próprio radar até que normalmente possa ver o inimigo, e se o avião não se identificar como amigável, ele o abate. Ou ele é abatido, já que os alemães operam suas aeronaves praticamente do mesmo modo que nós, e assim também os japoneses.

O tenente Schlueter estava voando tão baixo que podia descobrir a fumaça branca de uma locomotiva com as luzes apagadas ou o tamanho sinistro de uma escolta motorizada, mas ele tinha que evitar chaminés, balões de barragem, holofotes inimigos e baterias anti-aéreas. Ele e Ringwald estavam em alerta, uma vez que havia montanhas nas proximidades. O interior do avião estava escuro, para uma boa visão noturna.
O tenente Ringwald disse:

Eu imagino o que são essas luzes, lá em cima nas colinas". "Provavelmente estrelas", disse Schlueter, sabendo de longa experiência que o tamanho e carácter de luzes são difíceis de estimar à noite. "Não, eu não penso assim". "Você está seguro de que não é nenhum reflexão de nós?" "Positivo".

Então Ringwald se lembrou-- não havia nenhuma colina por lá. Porém as "luzes" ainda estavam brilhando--oito ou dez delas em uma fileira--bolas de fogo laranjas movendo-se pelo ar a uma velocidade tremenda. Então Schlueter as viu distantes de sua asa esquerda. Caças estavam perseguindo-o? Ele conferiu imediatamente através de rádio com estações de radar de chão Aliadas. "Ninguém aí em cima excepto você" eles informaram. "Você está maluco?". E nenhum avião inimigo apareceu no radar do tenente Meiers.
O tenente Schlueter não sabia o que estava encarando--possivelmente alguma nova e letal arma alemã -- mas ele se voltou para as luzes, pronto para acção. As luzes desapareceram - e então reapareceram mais longe. Cinco minutos depois elas foram em um planeio [flat glide] e desapareceram.

Os pilotos intrigados continuaram em sua missão, e destruíram sete trens de carga atrás das linhas alemãs. Quando eles pousaram de volta a Dijon, decidiram fazer o que qualquer outro soldado prudente faria--ficar quietos no momento. Se você tentasse explicar tudo estranho que aconteceu em uma guerra, você não faria nada mais. Além disso, Schlueter e Meiers tinham quase completado suas missões exigidas, e não queriam se arriscar a ser deixados em terra por algum médico de vôo cético devido à "fadiga de combate". Talvez eles tivessem estado "vendo coisas".

Mas algumas noites depois, o tenente Henry Giblin, de Santa Rosa, Califórnia, piloto, e o tenente Walter Cleary, de Worcester, Massachusetts, observador de radar, estava voando a 1.000 pés altitude quando viram uma luz vermelha enorme 1,000 pés sobre eles, movendo-se a 200 milhas por hora. Como a observação foi feita em uma noite de começo de inverno, os homens decidiram que talvez houvessem comido algo que não havia feito bem e não se apressaram em informar sua experiência.

Em 22-23 de Dezembro de 1944, outro piloto e observador de radar do esquadrão de caça noturno do 415º estavam voando a 10,000 pés altitude perto de Hagenau. "A 0600 horas nós vimos duas luzes subindo em direcção a nós do chão. Ao alcançar nossa altitude, eles nivelaram e ficaram em minha cauda. As luzes pareciam ser grandes brilhos de laranja. Depois de ficar com o avião durante dois minutos, elas descolaram e viraram, voando sob controle perfeito, e então saíram."

Na próxima noite os mesmos dois homens, voando a 10,000 pés, observaram uma única chama vermelha. O tenente David L. McFalls, de Cliffside, Carolina do Norte, piloto, e o tenente Ned Baker de Hemat, Califórnia, observador de radar, também viram: "Um objecto vermelho luminoso disparando directamente para cima, que mudou de repente à vista de uma aeronave [doing a wing-over], entrando em um mergulho e desaparecendo." Esta era a primeira e única sugestão de um dispositivo voador controlado.

Nessa época, as luzes foram relatadas por todos os membros dos 415º que os viram. A maioria dos homens zombaram dos observadores, até que viram por si mesmos. Embora confrontado com uma situação confusa, e uma com potencialidades letais, o 415º continuou seu registro de combate notável. Quando o autor deste artigo visitou e falou com eles na Alemanha, foi impressionado com o facto óbvio que os voadores do 415º eram pilotos muito normais, cujo interesse primário era o combate, e depois disso vinham as garotas pin-ups, póquer, rosquinhas e os derivados de uva.
O 415º teve um registro esplêndido. O grupamento inteiro levou as misteriosas luzes ou bolas de fogo com um senso de humor. Os relatórios deles foram recebidos em alguns escalões mais altos com sorrisos: "Seguramente, você deve ter visto algo, e você tem dormido o suficiente?" Um dia no almoço um piloto do 415º sugeriu que eles dessem um nome para as luzes. Um leitor da história em quadradinhos "Smokey Stover" sugeriu que elas fossem chamadas de "foo-fighters", já que era freqüente e irrefutavelmente declarado naquela tira que "Onde há foo, há fogo". O nome pegou.
O que o 415º viu à noite foi confirmado em parte de dia. A oeste de Neustadt, um piloto de P-47 viu "uma bola de cor dourada, com um fim metálico, que parecia estar se movendo lentamente pelo ar. Como o sol estava baixo, era impossível contar se o sol se refletia, ou se a luz vinha de dentro". Outro piloto de P-47 informou "uma esfera dourada fosforescente, de 3 a 5 pés em diâmetro, voando a 2,000 pés."

Enquanto isso, relactos oficiais dos "foo-fighters" tinham ido para o quartel general do grupo e foram "notados". No Exército, quando você "nota" qualquer coisa, isto significa que você nem concorda nem discorda, nem que você pretende fazer qualquer coisa sobre isso. Cobre tudo. Foram oferecidas várias explicações para os fenómenos--nenhuma delas satisfatória, e a maioria delas irritante ao 415º. Foi dito que os foo-fighters poderiam ser um tipo novo de chama sinalizadora [flare]. Uma chama, disse o 415º, não mergulha, descola, ou vira. Elas deviam amedrontar ou confundir os pilotos Aliados?

Bem, nesse caso, elas não estavam tendo sucesso--e ainda assim as luzes continuaram aparecendo. Oito tripulações de bombardeiro da Força aérea tinham informado ver esferas de cor prateada lembrando enormes ornamentos de Árvores de Natal no céu--e sobre elas? Bem, as esferas prateadas normalmente flutuavam, e nunca seguiam um avião. Elas eram presumivelmente alguma idéia que os alemães tentaram em um esforço malsucedido para confundir nossos pilotos ou impedir nossos dispositivos de radar de bombardeio.

E sobre aviões a jacto? -Não, é certo que os alemães tinham aviões a jato, mas eles não tinham uma exaustão de chama visível a qualquer distância. Elas poderiam ser bombas voadoras de algum tipo, com ou sem pilotos? -Presumivelmente não---com apenas uma excepção ninguém pensou ter observado uma asa ou fuselagem. Balões meteorológicos? Não, o 415º estava bem atento ao comportamento deles. Eles ascendiam quase verticalmente, e eventualmente explodiam.

As luzes ou bolas de fogo poderiam ser as explosões [flak bursts] de cor vermelha, azul e laranja que as tripulações de bombardeiro da Oitava Força aérea tinham relatado? Era uma boa idéia, disse o 415º, mas não havia nenhuma correlação entre os foo-fighters que eles observaram e os flak que encontraram. E artilharia anti-aérea nocturna normalmente era guiada através de radar alemão, não visualmente. Em resumo, nenhuma explicação permanecia de pé.

No dia 31 de Dezembro de 1944, o repórter da Associated Press Bob Wilson, estava com o 415º e ouviu falar dos foo-fighters. Ele questionou os homens até as 4 da manhã na melhor tradição de jornal até que tomou conhecimento de todos os factos. A história dele passou pelos censores, e apareceu em jornais americanos no dia 1 de janeiro de 1945, bem a tempo de se deparar com a maré de ressacas anuais. Alguns cientistas em Nova Iorque decidiram, aparentemente através de controle remoto, que o que os pilotos tinham visto na Alemanha era luz de Santelmo--um fenômeno elétrico famoso que aparece como luz ou chama durante tempo tempestuoso nas pontas de campanários de igreja, mastros de navios, e árvores altas. Sendo da natureza de uma descarga elétrica, o fogo de Santelmo é avermelhado quando positivo, e azulado quando negativo. O 415º não concordou. Estava familiarizado completamente com o fogo de Santelmo. Os homens bufaram, "Apenas deixe os sujeitos virem e voarem uma missão conosco. Nós mostraremos para eles".

Por volta de janeiro de 1945 o 415º continuou vendo os "foo-fighters", e sua conduta ficou crescentemente misteriosa. Uma tripulação observou luzes, movendo-se tanto isoladamente quanto em pares. Em outra ocasião três conjuntos de luzes, desta vez vermelhas e brancas em cor, seguiram um avião e quando o avião subitamente subiu as luzes continuaram na mesma direção, como se pegas desatentas, e então rapidamente subiram também para segui-lo. O piloto conferiu com o radar de chão--ele estava só no céu. Isto era verdade em todo caso em que os foo-fighters foram observados.

A primeira pista real veio com o último aparecimento das exasperadoras e potencialmente mortais luzes. Elas nunca impediram o 415º de cumprir suas missões, mas estavam certamente deixando-os nervosos. Na última vez em que os foo-fighters apareceram, o piloto se virou para eles no momento mais cedo possível--e as luzes desapareceram. O piloto estava seguro que sentia [prop wash], mas quando conferiu com radar de chão, não havia nenhum outro avião.

O piloto continuou em seu caminho, perturbado, até mesmo bravo--quando notou luzes ao longe na parte traseira. A noite estava clara e o piloto estava se aproximando de uma nuvem enorme. Uma vez na nuvem, ele desceu abaixo de dois mil pés e fez uma virada de 30 graus. Apenas alguns segundos depois ele emergiu da nuvem--com o olho dele na parte traseira. E certamente, saindo da nuvem na mesma posição relativa estava o foo-fighter, como se para empinar seu nariz ao piloto, e então desapareceu. Esta foi a última vez que os foo-fighters foram vistos na Alemanha, embora teria parecido coerente, se as luzes tivessem feito um último gesto, agrupando-se para soletrar "Adivinhe..?" [Guess what] no céu, e desaparecendo para sempre.

Mas elas não o fizeram. Os foo-fighters simplesmente desapareceram quando forças de terra Aliadas capturaram o Leste de área do Reno. Sabia-se que era o local de muitas estações experimentais alemãs. Desde o dia V-E nossos oficiais de Inteligência puseram muitas de tais instalações sob guarda. Delas nós esperamos adquirir valiosas informações de pesquisa--inclusive a solução para o mistério foo-fighter, mas ela ainda não apareceu. Pode ser escondido com sucesso durante anos por vir, possivelmente para sempre. Os membro do 415ª esperam que a Inteligência do Exército encontrará a resposta. Se se revelar que os alemães nunca tiveram qualquer coisa no ar na área, eles dizem, "Nós estaremos todos prontos para a Seção Oito - descargas psiquiátricas".

Enquanto isso, o mistério foo-fighter continua não solucionado. As luzes, ou bolas de fogo, apareceram e desapareceram no outro lado do mundo, sobre o Japão-- e sua suposição sobre o que elas eram é tão boa quanto a minha, já que ninguém realmente sabe".

Se este artigo não tivesse sido publicado, então nós provavelmente teríamos ouvido falar pouco desta gama incomum de eventos, em tempos diferentes, em lugares diferentes que foram reunidos sob o nome de foo-fighters. Felizmente, outros foram acumular relatos mais precisos, menos dramatizados, e fazer julgamentos informados sobre as possíveis causas por trás deles.
ANDY ROBERTS
Andy Roberts é um investigador britânico experiente com uma reputação de desvendar casos aparentemente complexos. Ele saiu a campo e encontrou várias testemunhas de primeira-mão

"Eu escrevi para toda revista relacionada a aviões no Reino Unido com um pedido por informação de ex-membros de tripulação. Até hoje tive umas trinta respostas dos pilotos e tripulação detalhando suas experiências com bolas estranhas de luz (incidentalmente nenhum deles as conhecia pelo nome de "foo-fighters", ou qualquer outro nome se for assim).
Confirmação oficial de fenómenos de tempo de guerra não foi tão fácil de obter
"Minha pesquisa até agora com a RAF/MOD/PRO no Reino Unido levou a uma ausência total de documentação e investigação oficial do assunto, assim como ocorreu com investigações preliminares nos EUA. Os cépticos de OVNIs dirão é claro que isto ocorre porque ela não existe; os proponentes, especialmente os fanáticos por encobrimentos [cover-up buffs], dirão que é porque está sendo mantida secreta.
Os factos simples são que se a documentação existe no Reino Unido é improvável que eu possa obtê-la facilmente por causa de nossos procedimentos arcaicos para obter qualquer documento governamental. Nós não fomos abençoados por um Ato de Liberdade de Informação como foi os EUA, e obter qualquer documento depende em se um departamento pode se importar em responder suas cartas ou nesse caso, pode se importar em empreender uma procura significante de seus registros. A situação é ainda mais complicada pelo fato que muitos registros em nosso Escritório de Registros Públicos são difíceis de localizar devido a como ele é organizado, e além disso estão sujeitos a "regras" como a de 30 anos onde a informação não está disponível durante 30 anos da data de classificação. Pior ainda muitos registros da Segunda Guerra estão guardados por uma regra de 75 anos por razões que eu ainda não compreendi! Além deste fato eu falei com alguns ex-membros da inteligência da RAF no Reino Unido e eles alegam que não têm nenhum conhecimento dos fenómenos".
Roberts tem uma opinião bem crítica da maior parte da pesquisa de 'foo fighters'. Eu apoio completamente sua visão, que ele ilustra identificando uma fraude 'foo' certa, e outra provável: elas estão resumidas dentro da seção 'Falsas Histórias', mais adiante. Contudo Roberts não está desiludido completamente por suas descobertas, e conclui dos muitos relatos aparentemente sinceros de luzes aéreas que
"De tudo isso alguns fatos claros são aparentes. Centenas de membros de tripulação viram e registraram durante a Segunda Guerra Mundial o que nós chamamos agora de foo-fighters. Deve haver muitos milhares de ex-membros de tripulação com histórias para contar. O problema é achá-los e um anúncio ou artigo estranho só atrairia alguns e ainda tenho que tentar obter a informação americana de unidades de sobreviventes de esquadrão etc. A situação relativa à informação alemã é ainda mais complicada por uma barreira de idioma, mas é apenas uma questão de tempo.
Eu acredito firmemente que os foo-fighters eram fenômenos reais, ainda que não-sólidos e eu rejeito a hipótese de alucinaçã/engano quase completamente. As vidas destas pessoas dependiam de poder ver e identificar objetos aéreos muito depressa. Um engano e seria o último delas. Alguns membros admitiram ter confundido Vênus etc., mas percebendo isto em segundos, e certamente não uma tripulação inteira sendo enganada por qualquer período de tempo".

JEFF LINDELL

O folclorista americano Jeff A Lindell é um analista aposentado de sistemas de guerra electrónica da USAF. Ele conduziu entrevistas extensas com pilotos que testemunharam fenómenos de luzes durante a Segunda Guerra, e tende para uma explicação racionalista de todos tais relatos, utilizando a possível má-interpretação de tipos diferentes de eventos naturais. No seu documento 'The Foo Fighter Mystery: Revised', no contexto de relatos históricos identificados como o 'Jack o'Lantern' e 'Will o' the Wisp' ele aponta alguns relatos chave de 'foo fighters' de fontes anteriores

"Vamos proceder para a versão da Segunda guerra Mundial deste tipo de lenda. No começo de Outubro de 1944, pilotos no 422 Esquadrão de Caças Noturnos (NFS), baseado em Florennes, Bélgica, começaram a relatar "bolas de luz" acompanhando seus caças sobre a Alemanha Ocidental. Já no começo de novembro vários pilotos e operadores de radar do 422º tinham informado encontros com caças foguete Me163 e caças a jacto Me262 em missões nocturnas sobre o Reich.
No dia 7 de novembro de 1944 o Associated Press Corps em Paris liberou esta declaração:
Paris (AP)-"Os alemães estão a usar aviões movidos a jacto e foguete e vários outros dispositivos 'modernos' contra caças noturnos Aliados", o tenente-coronel B. Johnson, Natchitoches, La., comandante de um grupo Black Widow P-61 disse hoje. "Em noites recentes nós contamos 15 a 20 aviões a jato", Johnson disse. "Eles às vezes voam em formações de quatro, mas mais frequentemente voam sozinhos." (The Day, New London, Connecticut, p.1).

Em uma entrevista com Philip Guba, Oficial de Inteligência Assistente do 422 NFS, ele declara
"No princípio nós pensamos que eles (os pilotos) estavam vendo coisas, e eles continuaram dizendo que estas coisas estavam perseguindo-os. Se eles de facto identificaram... não enquanto eu estava em dever, eles não identificaram um jato como tal. Mas eu penso que essa era a única conclusão a que nós poderíamos chegar... que era um jacto. Não poderia ter sido um Will-o'-wisp ou algo assim. O que eles relataram ver era simplesmente a exaustão, entende. Eles mencionaram que estes sujeitos (os jactos) pareciam brincar com eles. Eles mencionaram que eles (os jactos) nunca atiraram neles e eu não posso recordar se o observador de Radar realmente os viu na tela. Era em outras palavras principalmente visual".

Enquanto isso, o 415º N.F.S. baseado em Dijon, França, começou a relatar as "bolas de fogo" que eles tinham afetuosamente batizado, "foo fighters". Em 27 de novembro o primeiro foo fighter foi visto sobre a Alemanha Ocidental por um Ed Schleuter e Don Meiers voando em um Beaufighter, aqui está o relato de Don:

"Um foo fighter apanhou-me [picked me up] a 700 pés e me perseguiu 20 milhas no Vale do Reno", Meiers disse. "Eu virei a estibordo e duas bolas de fogo viraram comigo. Nós íamos a 260 milhas por hora e as bolas estavam mantendo o trajecto conosco. Em outra ocasião quando um foo fighter nos apanhou, eu mergulhei a 360 milhas por hora. Ele ficou bem próximo das pontas das asas por algum tempo e então zuniu para o céu. Quando eu vi as coisas primeiro, tive o horrível pensamento que um alemão no chão estava pronto para apertar um botão e explodi-las. Mas elas não explodiram ou nos atacaram. Elas apenas pareciam nos seguir como o Will-o'-the-wisp. "(N.Y. Times, 2 Jan.1945, p.1,4.)

Bem, para complicar coisas ainda mais, o 416º N.F.S. estacionado em Pisa na Itália também começou a ver os "foo-fighters" em fevereiro de 1945. Aqui estão alguns excertos dos dados históricos do 416º NFS e registros de operações, respectivamente:

17 de fevereiro de 1945: "Nossas tripulações estão começando a reportar luzes laranja-vermelhas misteriosas no céu perto de La Spezia e também no interior. Estes "foo-fighters" foram perseguidos, mas ninguém pôde estabelecer contato. G.C.l. e inteligência professam estar mistificados por estas aparições fantasmagóricas. A hipótese de que os foo-fighters são uma manifestação pós-conhaque foi desprovada. Até mesmo os abstémios observaram os estranhos e misteriosos foo-fighters que também foram observados na França e na Bélgica." (17 Fev.1945, dados históricos do 416º . Exército norte-americano.)

17 de Fevereiro de 1945: "Às 21:30 avistada luz branco-avermelhada indo esporadicamente em torno de 6 ou 8 milhas, perto de La Spezia a 10,000 pés indo para NE. perseguido a 280 MPH durante 11/2 minutos. Tomou curso errático e desvaneceu. Às 21:40 algum tipo de luz avistada 10 milhas ao Sul de La Spezia e que foi para o Norte e virou a Leste de La Spezia às 9000.' Perto de La Spezia desvaneceu. Piloto chegou dentro de 5 milhas de La Spezia, suspeita-se de armadilha Ack Ack. A 21:55,10 milhas sul de La Spezia perseguiu outro e ele foi para o outro lado de La Spezia e o piloto o seguiu. Desapareceu 10 ou 15 milhas ao Norte de La Spezia. A nossa aeronave a 300 MPH não podia apanha-lo. Nenhum ack ack em La Spezia. Às 22:50, 5 milhas ao sul de Pisa, avistada a mesma luz de uma distância de 10 milhas. Perseguida durante 2 ou 2 1/2 minutos.
Tomou curso norte, desapareceu sobre o Mt. esta luz 10,000.' Luz descrita como brilho que alterna entre fraco e luminoso. Nenhum contato em Al (radar). Aparentemente nenhuma interferência [jamming]." (17 Fev.1945. Relatório Diário de Operações, 416º NFS, 12º AF-SCU-01.)

Os avistamentos acima foram feitos por George Shultz e Frankie Robinson.

Lindell apresenta um caso convincente para aceitar que qualquer que fosse a causa dos relatos, por causa dos baixos números deles e região geográfica limitada, caças a foguete Me163 e caças a jato Me262 raramente eram responsáveis.
Ele reporta

"Kurt Welter foi designado para formar o primeiro destacamento teste de Caças Noturnos de Me 262 (Erprobungs-Kommando) no dia 2 novembro de 1944. Esta era o único destacamento equipado de Caças a Jato Noturnos alemão na Segunda Guerra e até a última semana em fevereiro, Kurt Welter era o único piloto voando o Me 262 à noite. O destacamento de Welter não ficou operacional até metade de dezembro de 1944 com apenas dois Me 262 Al. Suas ordens eram interceptar os ataques noturnos de bombardeiros Mosquito atingindo Berlim conhecidos como o "Expresso de Berlim." Isto permitia muito pouco tempo para que Welter organizasse, recrutasse, equipasse e voasse todas as missões que os pilotos Aliados alegam que foram realizadas. (De "Me262, Stormbird Rising" de Hugh Morgan)

Isto ainda nos deixa com a questão do caça a foguete Me 163. O Segundo Esquadrão de Jagdgeschwader (JG) 400, o primeiro e único de Aviões de Combate Me 1 63, estava estacionado no aeródromo de Venlo nos Países Baixos e viu ação limitada até que foi retirado ao aeroporto alemão em Brandis, sul de Leipzig, em julho de 1944. Em Brandis, o JG 400 assistiu seu ápice de desempenho operacional em 28 de setembro de 1944 quando pôde utilizar 9 Me 163s para interceptar uma invasão de bombardeio Aliado à luz do dia. Este caça a foguete só era usado como um interceptador diurno para bombardeiros, nenhum registro existe relativo ao teste nocturno do Me 163 no aeródromo experimental alemão, Estelle Retime, que é onde todas as aeronaves experimentais eram testadas para vôo noturno. (Morgan, Price, Ziegler.) Mano Zeigler que voou como um dos três pilotos de teste principais nomeados para a Erprobungs-Kommando 16 e depois um piloto de Foguete no JG 400 fez um comentário sobre a praticabilidade de voar tal missão noturna em um Me 163, "[Se você] tentasse pousar na escuridão, se esparramariam em pedaços pequenos ao redor da zona rural! " Esta aeronave também tinha um raio de combate efetivo de não mais que 25 milhas sob condições visuais perfeitas e assim limitavam as operações do JG 400 para a área de Leipzig durante a guerra".

Lindell continua e apresenta informação sobre avistamentos posteriores de luzes misteriosas - e possivelmente respondendo a ações [responsive] - no Extremo oriente onde, é claro, a guerra continuou depois da derrota de Alemanha. Interessante, e amplamente similar, como é aquele material, realmente não forma parte de nossa investigação no vôo de discos alemães de alto-desempenho. Porém, suas conclusões cuidadosas são úteis. Ele admite a uma abordagem bastante cética ao material, mas as conclusões tiradas de tal pesquisa completa têm valor considerável. Ele diz

"Neste ponto é de interesse vital relacionar os termos anteriores com a da "vertigem de aviador." Em maio de 1946 o Dr W E Vinacke submeteu o primeiro relato sobre crenças populares entre aviadores relativas a experiências anômalas associados com o vôo. Em seu relatório 'O Conceito da Vertigem de Aviador', Vinacke declara

"A vertigem é principalmente um problema psicológico. Parece estar associado com os perigos mentais de voar, e com os eventos 'misteriosos' que às vezes acontecem em uma aeronave. há assim uma fonte emocional de dois lados no termo 'vertigem', ie condições perigosas e fenómenos inexplicados, embora reais.

Procurando ser justo eu entrevistei também periodicamente os mesmos pilotos a respeito de vários tópicos envolvendo vôos nocturnos. Este efeito foi significante. Pilotos que nunca disseram ver foo fighters foram questionados se haviam experimentado vertigem. As histórias de vertigem poderiam ser classificadas facilmente como histórias foo fighters.

Estas pessoas tendiam a ser ou comandantes ou aviadores nocturnos experientes de alto patente. O ponto é que há uma ampla variedade de "condições" nas quais uma história pode ser recontada sobre uma experiência pessoal anômala. Pessoas que não tinham visto os foo fighters não podiam oferecer nenhuma experiência semelhante além de uma interpretação de "identificação enganosa" tais o fogo de Santelmo, jatos, Vênus, etc. Pessoas que tinham experimentado "vertigem-visual" em vôo noturno ofereceram experiências que são, para todos propósitos práticos, idênticas a narrativas de primeira mão sobre foo fighters, bombas baka, jatos, Vênus, bolas de fogo e o Jack-o'-lantern. Edgar Vinacke escreve, "Pilotos não têm informação suficiente sobre fenómenos de desorientação, e, como um corolário, lhes são fornecidas informações desorganizadas, incompletas, e inexactas em volumes consideráveis. Eles são largamente dependentes em sua própria experiência, que deve completar e interpretar as tradições sobre 'vertigem' que são passadas a eles. Quando um conceito cresce assim de anedotas cimentadas com necessidade prática, está destinado a adquirir elementos de mistério. Até onde a 'vertigem' se relaciona, ninguém realmente sabe mais que uma parte pequena dos fatos, mas muito sobre o perigo. Considerando que os aviadores não são observadores qualificados do comportamento humano, eles normalmente têm apenas o entendimento mais vago de seus próprios sentimentos. Como outras pessoas ingénuas, então, eles simplesmente adoptaram um termo para cobrir uma grande variedade de eventos do contrário inexplicáveis."

Surpreendentemente, este é provavelmente o texto mais completo sobre 'foo fighters' já publicado, e eu ignorei quase completamente os relatos de fora do teatro de guerra europeu. Há ainda um livro excelente a ser escrito sobre todo o assunto 'foo fighter' que idealmente incluiria a pesquisa conduzida por Andy Roberts e Jeff Lindell. Porém, eu sugeriria fortemente que nenhuma da evidência 'foo fighter' se correlaciona de qualquer maneira objectiva com as alegações posteriores sobre a existência de discos voadores de alto-desempenho.

Um ponto final sobre 'foo fighters'. Há várias fotografias de aviões acompanhados por bolas do que pode ser luz, ou falhas de emulsão, ou aeronaves minúsculas, ou o que for. Elas são exibidas periodicamente - Mark Ian Birdsall da UFO Magazine britânica parece adorá-las - como evidência de uma realidade física do fenómeno. Até hoje, nunca encontrei evidência da procedência específica de qualquer uma destas fotos - quem as tomou, em que data, onde, com que câmera, em que circunstâncias e assim por diante. No caso da foto mais comumente reproduzida, não está nem mesmo claro que tipo de aeronave é mostrada. Outras imagens parecem ter sido manipuladas. No momento estas fotos não são evidência de nada além da vontade de aceitar evidência inadequada para sustentar crenças inadequadamente evidenciadas. É claro, se informações de procedência relevantes puderem ser estabelecidas, minha opinião pode muito bem mudar.

publicado por Admin às 13:21
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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Imagens da queda de um OVNI na Rússia em 1969, são consideradas autênticas.

Destroços de um Objecto Voador Não Identificado e partes do corpo de um alien, encontrados na cidade de Sverdlovsky, USSR, em Março de 1969, são exibidos no programa da TNT (Turner Network Television): ' The Secret UFO Files of The KGB ', no dia 13 de Setembro de 1998.
Soldados russos inspeccionando o local do acidente em 1969

Região de Yekatrinburg,antigamente chamada deSverdlovsky


Autópsia do tórax e braço de um alien: especialistas do programa da TNT disseram que as fotos são autênticas e os procedimentos médicos muito precisos.




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